Anna

“Gosto de projectar na minha cabeça a imagem dos objectivos que quero alcançar. E tenho conseguido. Mas talvez isso aconteça porque quando me proponho sonhar é com coisas que sei serem possíveis. Define-se como descontraída e simples. Não preciso de muito para me sentir bem e estou grata por tudo o que tenho. Aliás, penso ser essa a “chave da felicidade”: sermos felizes com o que temos”, conclui. (…) “Tenho sorte? (…) A sorte dá muito trabalho”.

excerto de entrevista com Anna Westerlund na LuxWoman de Dezembro. Gostei muito.

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