A Delicadeza

Às vezes acho que gostaria de ter uma relação estável e de longo prazo, outras vezes sinto que estou bem assim. Uma relação assim é como correr a maratona, requer esforço, dedicação, coragem, resistência. Um amigo meu diz que estou em negação, que toda a gente, no fundo, quer encontrar o/a companheiro/a para a vida. Eu acho que não é bem assim, mas pronto. Se por um lado, o instinto natural nos faz querer deixar um legado,  salvaguardar a espécie, concordo com os que dizem que muita desta busca permanente por um parceiro é em grande medida impulsionada, de forma mais ou menos inconsciente, pelos meios de comunicação.

Teorias à parte gostei de ver o filme “A delicadeza”, com a Audrey Tautou (Nathalie), jovem viúva que, três anos depois da perda do seu marido, se apaixona por um colega de trabalho sueco um pouco bizarro (Markus). Um filme sem grandes surpresas, divertido, com dois actores maravilhosos, um guarda-roupa encantador, cenários cheios de um estilo discreto, na cidade mais bonita do mundo.

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