Qual é o teu Sonho? (cont.)

Terminei de ler o livro…e que livro!… 🙂

Boas leituras!

Fomos contagiados por um vendedor de ideias que nos ensinou a não negar o que somos. Antes deste contágio, éramos todos “normais”, estávamos todos doentes. Queríamos de alguma forma ser deuses, sem saber que ser deus é andar sobrecarregado, tenso, pesado, com o compromisso neurótico de ser perfeito, de se preocupar com a imagem social, de dar importãncia vital à opinião alheia, de se cobrar, punir-se, exigir. Perdemos a leveza do ser. Parecíamos mortos-vivos engessados pelos nossos pensamentos estreitos. Fomos educados para trabalhar, crescer, progredir e, infelizmente, também para ser especialistas em trair a nossa essência no diminuto parêntese do tempo em que existimos. Em que fábrica de loucura vivemos? (…)

O Deus que se oculta nos bastidores do teatro da existência é generoso. A sua capacidade de perdoar não tem bom senso, estimula-nos a carregar os que nos frustam tantas vezes quantas forem necessárias. (…)

Finge que és normal, Bartolomeu! 😉

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